Em destaque

Meu primeiro post no blog

Apresentação

Olá, tudo bem? Me chamo Monica Carrijo,

Através desse blog irei dar dicas e atualização sobre odontologia e cuidados necessários para manter sempre um belo sorriso.

Seja você mesmo; todos os outros já existem.

— Oscar Wilde.

Este é meu primeiro post no meu novo blog. Este é só o começo do blog, então fique de olho. Assine abaixo para receber notificações das minhas postagens novas.

Aprenda como é o autoexame de boca e previna-se contra o Câncer de Boca

Aprenda como é o autoexame de boca e previna-se contra o Câncer de Boca

O autoexame é simples e ajuda na identificação de alterações bucais e prevenção do câncer bucal. Pode e deve ser realizado por qualquer pessoa, principalmente em homens e mulheres acima dos 40 anos, fumantes e que consomem bebida alcoólica com frequência.

Embora eficaz, esse exame não substitui o exame clínico realizado pelo profissional da saúde.

A técnica do autoexame bucal consiste na inspeção visual e palpação, devendo ser realizada em frente ao espelho com boa iluminação. Para facilitar a memorização das estruturas da boca a serem examinadas no autoexame bucal, foi criada a sigla: BLLAP (Bochecha, Lábios, Língua, Assoalho bucal e Palato).

O autoexame deve ser feito regularmente, observando se não há anormalidades como:

  • Mudança de coloração;
  • Áreas irritadas debaixo de próteses (dentaduras, pontes móveis);
  • Feridas que não cicatrizam em uma semana;
  • Dentes fraturados ou amolecidos;
  • Caroços ou endurecimento.

Lembre-se, mesmo sem encontrar nenhuma alteração, a visita ao dentista não deve ser esquecida.

1 – De frente para o espelho, lave a boca, toque suavemente com as pontas dos dedos toda a face para ver se há algum sinal que não havia notado anteriormente.

2 – Puxe o lábio inferior para baixo e apalpe a mucosa. Em seguida faça o mesmo com o lábio superior.

3 – Com o dedo indicador, examine os dois lados da bochecha.Ainda com a ponta do dedo indicador, examine a gengiva.

4 – Introduza o dedo indicador por baixo da língua e o polegar da mesma mão por baixo do queixo. Em seguida, procure tocar todo o assoalho (a base) da boca.

5 – Ponha a língua para fora e observe a parte de cima dela. Repita a observação com a língua levantada até o céu da boca. Em seguida, puxe a língua para esquerda e depois para a direita.

6 – Examine o pescoço. Compare os lados direito e esquerdo e veja se há diferenças entre eles. Veja se existem caroços ou áreas endurecidas.

7 – E, finalmente, introduza o polegar por debaixo do queixo e apalpe suavemente todo o seu contorno inferior.

Os textos publicados no blog têm caráter informativo e não substituem a consulta com especialistas. Para diagnósticos corretos e esclarecer dúvidas converse com seu médicos ou dentista. 

Prevenção Corona Vírus

CORONAVÍRUS CID10: Baixe seu guia sobre como se prevenir.

Os coronavírus (CoV) são uma grande família viral, conhecidos desde meados dos anos 1960, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais. Geralmente, infecções por coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderada, semelhantes a um resfriado comum. A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem. Os coronavírus comuns que infectam humanos são alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.

Alguns coronavírus podem causar síndromes respiratórias graves, como a síndrome respiratória aguda grave que ficou conhecida pela sigla SARS da síndrome em inglês “Severe Acute Respiratory Syndrome”. SARS é causada pelo coronavírus associado à SARS (SARS-CoV), sendo os primeiros relatos na China em 2002. O SARS-CoV se disseminou rapidamente para mais de doze países na América do Norte, América do Sul, Europa e Asia, infectando mais de 8.000 pessoas e causando entorno de 800 mortes, antes da epidemia global de SARS ser controlada em 2003. Desde 2004, nenhum caso de SARS tem sido relatado mundialmente.

Em 2012, foi isolado outro novo coronavírus, distinto daquele que causou a SARS no começo da década passada. Esse novo coronavírus era desconhecido como agente de doença humana até sua identificação, inicialmente na Arábia Saudita e, posteriormente, em outros países do Oriente Médio, na Europa e na África. Todos os casos identificados fora da Península Arábica tinham histórico de viagem ou contato recente com viajantes procedentes de países do Oriente Médio – Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes e Jordânia.

Pela localização dos casos, a doença passou a ser designada como síndrome respiratória do Oriente Médio, cuja sigla é MERS, do inglês “Middle East Respiratory Syndrome” e o novo vírus nomeado coronavírus associado à MERS (MERS-CoV).

Manifestações Clínicas

Os coronavírus humanos comuns causam infecções respiratórias brandas a moderadas de curta duração. Os sintomas podem envolver coriza, tosse, dor de garganta e febre. Esses vírus algumas vezes podem causar infecção das vias respiratórias inferiores, como pneumonia. Esse quadro é mais comum em pessoas com doenças cardiopulmonares, com sistema imunológico comprometido ou em idosos.
O MERS-CoV, assim como o SARS-CoV, causam infecções graves. Para maiores informações sobre as manifestações clínicas do MERS-CoV, acesse a página sobre MERS-CoV.

Período de incubação

De 2 a 14 dias

Período de Transmissibilidade

De uma forma geral, a transmissão viral ocorre apenas enquanto persistirem os sintomas É possível a transmissão viral após a resolução dos sintomas, mas a duração do período de transmissibilidade é desconhecido para o SARS-CoV e o MERS-CoV. Durante o período de incubação e casos assintomáticos não são contagiosos.

Transmissão inter-humana

Todos os coronavírus são transmitidos de pessoa a pessoa, incluindo os SARS-CoV, porém sem transmissão sustentada. Com relação ao MERS-CoV, existem a OMS considera que há atualmente evidência bem documentada de transmissão de pessoa a pessoa, porém sem evidencias de que ocorra transmissão sustentada.

Modo de Transmissão


De uma forma geral, a principal forma de transmissão dos coronavírus se dá por contato próximo* de pessoa a pessoa.

* Definição de contato próximo: 
Qualquer pessoa que cuidou do paciente, incluindo profissionais de saúde ou membro da família; que tenha tido contato físico com o paciente; tenha permanecido no mesmo local que o paciente doente (ex.: morado junto ou visitado).

Fonte de infecção

A maioria dos coronavírus geralmente infectam apenas uma espécie animal ou, pelo menos um pequeno número de espécies proximamente relacionadas. Porém, alguns coronavírus, como o SARS-CoV podem infectar pessoas e animais. O reservatório animal para o SARS-CoV é incerto, mas parece estar relacionado com morcegos. Também  existe a probabilidade de haver um reservatório animal para o  MERS-CoV que foi isolado de camelos e de morcegos.

Fonte: http://www.saude.sp.gov.br/resources/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica/areas-de-vigilancia/doencas-de-transmissao-respiratoria/coronavirus.html

5 dicas para manter o Clareamento Dental!

clareamento dental é a opção perfeita para quem deseja ter um sorriso mais branco e brilhante. Porém, assim como todos os procedimentos odontológicos, são necessários cuidados especiais para que o tratamento seja eficaz e que seu efeito seja prolongado.

1. Evite alimentos muito pigmentados

Alimentos como vinho tinto, beterraba, molhos vermelhos, refrigerantes com corante laranja e café podem manchar os dentes com mais facilidade. Eles devem ser evitados, principalmente nas primeiras 48 horas após a realização do procedimento.

Se não puder evitar, prefira tomar as bebidas com um canudo e intercale com um copo de água.

2. Escolha bem o seu creme dental e enxaguante

Algumas pastas de dente e enxaguantes bucais podem ter corantes que mancham os dentes. Prefira os cremes dentais que possuem em sua fórmula agentes clareadores.

3. Fio dental indispensável

O fio dental é indispensável. No caso de clareamentos ele é ainda mais indicado, já que as sujeiras que se escondem entre os dentes podem formar manchas amareladas.

4. Uma boa escova de dentes é fundamental

Escolha uma escova de dentes de boa qualidade. Ela vai ajudar na boa higiene bucal e também manter o clareamento por mais tempo. O seu dentista pode ajudar na escolha, converse com ele.

5. Visite o dentista regularmente

A dica que é para todos, porém no caso de clareamento e do desejo de manter seus dentes brancos e brilhantes, é ainda mais necessário que você passe por uma consulta com um profissional com regularidade. Ele irá fazer o acompanhamento e indicar o que pode ser melhorado.

Gostou das dicas???

Então fique de olho no meu blog….teremos muitas outras dicas

Criança com medo de Dentista???

Aqui teremos 5 dicas para te ajudar com essa questão.

Vamos lá…. Quem nunca teve medo de dentista rsrs…é algo comum entre muitas pessoas e em especial em crianças, é fundamental saber como agir para que essa insegurança não se torne uma fobia e interfira na saúde bucal da criança.

1 – Inicie as consultas o quanto antes

Naturalmente as crianças se sentem inseguras quando estão em lugares que elas não conhecem. Por isso, o ideal é que sejam acostumadas desde muito pequenas ao ambiente do consultório odontológico.

Sendo assim, é fundamental que as consultas na infância se iniciem o quanto antes, preferencialmente assim que os primeiros dentes de leite começarem a nascer. Dessa forma, o pequeno criará um vínculo com o dentista e se habituará aos procedimentos de rotina. Além de não correr o risco de a criança ter um primeiro contato com o profissional numa situação de urgência, quando bate a boca e abala ou quebra algum dentinho, pois ai já se tornará uma experiência traumática!

2 – Mantenha a frequência das visitas

A recomendação geral é de que as visitas ao dentista aconteçam a cada 6 meses, mas você pode pedir a indicação do especialista no caso das crianças. O importante é manter a frequência para que o pequeno continue habituado com essa rotina e não estranhe o consultório.

Além disso, essa medida é preventiva e ajuda a evitar que os problemas bucais se agravem, o que exigiria intervenções mais expressivas. Nesse caso, a criança poderia ficar assustada com os tratamentos e o medo seria ressaltado.

3 – Sempre converse com a criança

A criança precisa entender a importância de cuidar bem dos seus dentes e de que forma o dentista ajuda nisso. Assim, é fundamental que os pais conversem com os pequenos numa linguagem apropriada para sua idade e sempre num tom carinhoso e paciente, com o intuito de manter os cuidados também em casa.

Nos dias de consulta não é apropriado inventar histórias e dizer que a criança está indo para um passeio ou qualquer outro lugar. É importante que ela saiba que está indo ao dentista, por que isso está acontecendo, como será a consulta e por qual motivo isso é importante.

O ideal é que os pais cultivem uma boa imagem para o profissional e o seu trabalho. Ele precisa ser visto pela criança como um amigo, alguém que está ali para ajudar. Dessa forma será muito mais fácil manter a saúde bucal do pequeno e ele criará um vínculo de simpatia e confiança com o especialista.

4 – Dê o exemplo

Não se esqueça de que as crianças se espelham nos adultos ao seu redor para modelarem as suas ações e comportamentos. Por isso, quando se trata de idas ao dentista e cuidados com a saúde bucal, o exemplo precisa partir dos mais velhos.

Para que o pequeno cultive bons hábitos em casa, escove os dentes junto com ele, ensine o jeito certo de fazer isso e mostre-se sempre presente. Você também pode marcar as suas consultas em datas alternadas as da criança e levá-la junto com você. Assim, ela estará do outro lado, observando uma pessoa sendo cuidada, e isso ajudará a reforçar a sua confiança.

5 – Prefira especialistas em Odontopediatria

Assim como existem médicos especialistas em saúde da criança há dentistas que atendem especificamente os pequenos. Prefira agendar consultas com eles, já que desenvolveram uma abordagem específica para lidar com as singularidades da infância.

Além do atendimento diferenciado, muitos Odontopediatras têm o cuidado de projetarem a clínica com foco em torná-la mais agradável e atrativa para as crianças. Um ambiente elaborado pensando nelas ajuda muito a aumentar a sua simpatia e segurança, minimizando o medo de dentista.

A insegurança dos pequenos em relação às consultas odontológicas e ao profissional precisa ser trabalhada pelos pais com muita paciência e carinho. Adotando as estratégias corretas, a criança perderá o medo de dentista e cuidará bem da sua saúde bucal, levando esse hábito também para a vida adulta.

Sobre mim.

Olá, me chamo Monica Carrijo, sou dentista formada e hoje atendo meus clientes em meu consultório na Rua Serra de Botucatu, 1.414 Tatuapé São Paulo SP

Hoje meu primeiro post será apenas uma apresentação, vou falar um pouco sobre o que será postado para vocês.

O que teremos nesse blog?

  • Muitas dicas de saúde para a sua boca, como manter um sorriso sempre saudável e bonito

Quero sempre noticias de vocês…me mande sempre perguntas e algo que queira que seja discutido em nosso blog.

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora